sábado, 7 de setembro de 2013
terça-feira, 6 de setembro de 2011
domingo, 28 de março de 2010
Iluminismo – Resumo
O principal acontecimento anterior à Revolução Francesa foi o surgimento de idéias inovadoras que criticavam e principalmente mostravam as falhas e as mazelas causadas pelo regime Absolutista.
Apesar de serem idéias que defendiam uma nova "tendência" de pensamento, a maioria delas apenas faz um resgate das antigas teorias e pensamentos filosóficos gregos e romanos.
- Iluminismo ou Ilustração:
* Movimento cultural burguês de crítica ao Antigo Regime.
Os filósofos iluministas começaram a questionar o poder real e os privilégios da nobreza e do clero.
Acreditavam que a causa da miséria humana é a ignorância, e que somente a razão poderia iluminar o pensamento e modificar as condições da vida humana.
* Resultado do desenvolvimento econômico e ascensão da burguesia comercial.
O surgimento das idéias iluministas foi possível após o avanço científico e tecnológico ocorrido no século XVII, geralmente financiado pela burguesia comercial.
As idéias iluministas serviram para apoiar as reivindicações da burguesia, já que estas idéias eram contrárias às restrições impostas pelos reis absolutistas.
Criticavam a sociedade estamental, pois afirmavam que a desigualdade é provocada pelo próprio homem.
* Princípios: liberdade, igualdade e propriedade.
Os iluministas acreditavam que todos os homens eram iguais e por isso deveriam receber o mesmo tratamento, a liberdade era fundamental para os filósofos iluministas.
Defendiam a idéia de que a educação deveria ser ampla e atingir a maior parte da população(aqueles que podiam pagar).
* Principais filósofos: Voltaire, D'Alembert, Montesquieu, Rousseau, Adam Smith.
Filósofo | Idéias | Principal Obra | |
Voltaire
| Defendia a liberdade de pensamento e a tolerância. Criticava o absolutismo e a igreja católica. |
Cartas Inglesas. Tratado sobre a tolerância. | |
D'Alembert
| Acreditava na popularização da educação e que só o "esclarecimento" poderia melhorar a vida. |
Enciclopédia. | |
Montesquieu | Defendia a idéia de que as nações deveriam ser governadas por leis propostas pelo povo, e não pela vontade de Deus. Acreditava que o governo deveria ser dividido em 3 poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. |
O espírito das leis. | |
Rousseau
| Defendia o voto universal para a escolha do governante e que este deveria governar de acordo com a vontade da maioria. |
Do contrato social. | |
Adam Smith | Acreditava que o trabalho era a verdadeira fonte de riqueza. Defendia a liberdade econômica, ou seja, sem a intervenção do governo e que a lei da oferta e da procura deveria regular a economia. |
A riqueza das nações. | |
domingo, 21 de março de 2010
O CARA!!!!!
Paulo Reglus Neves Freire nasceu no dia 19 de setembro de 1921 em Recife, Pernambuco. Aprendeu a ler e a escrever com os pais, à sombra das árvores do quintal da casa em que nasceu. Tinha oito anos quando a família teve que se mudar para Jaboatão, a 18 km de Recife. Aos 13 anos perdeu o pai e seus estudos tiveram que ser adiados. Entrou no ginásio com 16 anos. Aos 20 conseguiu uma vaga na Faculdade de Direito do Recife.
O estudo da linguagem do povo foi um dos pontos de partida da elaboração pedagógica de Paulo Freire, para o que também foi muito significativo o seu envolvimento com o Movimento de Cultura Popular (MCP) do Recife. Foi um dos fundadores do Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife e seu primeiro diretor. Através desse trabalho elaborou os primeiros estudos de um novo método de alfabetização, que expôs em 1958. As primeiras experiências do Método Paulo Freire começaram na cidade de Angicos, no Rio Grande do Norte, em 1962, onde 300 trabalhadores foram alfabetizados em 45 dias. No ano seguinte, foi convidado pelo presidente João Goulart para repensar a alfabetização de adultos em âmbito nacional. O golpe militar interrompeu os trabalhos e reprimiu toda a mobilização popular.
É autor dos livros Educação como prática da libedade. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1967; Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1970; Extensão ou comunicação? Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1971; Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1976; Cartas à Guiné-Bissau. Registros de uma experiência em processo. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977; Educação e mudança. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1979; A importância do ato de ler em três artigos que se completam. São Paulo, Cortez, 1982; A Educação na cidade. São Paulo, Cortez, 1991; Pedagogia da esperança: um reencontro com a Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1992; Política e educação. São Paulo, Cortez, 1993; Professora sim, Tia não: cartas a quem ousa ensinar. São Paulo, Olho D'Água, 1993; Cartas a Cristina. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1994; À sombra desta mangueira. São Paulo, Olho D'Água, 1995. Pedagogia de autonomia. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1996. Pedagogia da indignação. São Paulo, Editora da Unesp, 2000.
Extraído de: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142001000200013
Quem sabe um dia no Brasil.....
Por Fernanda Burmeister
A estrutura do sistema de ensino da Alemanha difere muito da brasileira. Cada Estado tem autonomia sobre o seu sistema educacional que, dentro dos 16 Estados alemães, pode variar muito. A obrigatoriedade escolar, todavia, começa aos seis anos para toda a Alemanha.
Toda criança a partir dos 3 anos de idade tem, por lei, seu lugar garantido no jardim da infância (Kindergarten). Normalmente, o jardim da infância é mantido pelos pais, que pagam uma mensalidade de acordo com o rendimento familiar, independente se o estabelecimento é público ou privado. Muitos deles são mantidos por igrejas e/ou iniciativas particulares que, nas cidades pequenas, exercem grande influencia sobre a comunidade.
Para garantir um lugar no jardim da infância perto de sua residência, o governo aconselha aos pais a iniciarem a procura meses antes da época da criança começar a frequentar as aulas.
Alguns Estados oferecem às crianças um ano de preparação para o ensino fundamental, isto é, através de brincadeiras educativas, a criança aumenta seu conhecimento da língua alemã para a sua iniciação na escola (Grundschule).
Uma curiosidade no primeiro dia de aula do ensino fundamental, é a Schultüte, um cone colorido cheio de presentes e doces para.as criancas. O gesto incentiva a ida para a escola e ajuda a tornar o primeiro dia de aula mais prazeroso.
As escolas alemãs no Brasil também seguem esse costume. A tradiçao é fortemente passada para os alunos que em muitos casos são filhos de expatriados alemães que moram principalmente em São Paulo. As escolas oferecem salas separadas para o aprendizado em alemão e em português.
Ensino fundamental (Grundschule) – O ensino fundamental na Alemanha é público, gratuito e tem duração de quatro ou seis anos, dependendo do Estado. Em sua maioria a criança frequenta o "curso primário" da primeira à quarta série, sempre meio período. Recentemente, voltou a ter destaque na mídia alemã a discussão sobre modificar das 7:00 para 9:00 horas o horário de início das aulas para que as crianças apresentem um melhor rendimento.
O ano letivo na Alemanha, diferentemente do que ocorre no Brasil, tem início em agosto.
Escolas secundárias e ensino médio - Ao encerrar o ensino fundamental, as crianças começam a ser orientadas para sua vida profissional e são encaminhadas para as chamadas escolas secundárias. A decisão da melhor opção de escola secundária é tomada pelos professores juntamente com os pais, de acordo com o desempenho da criança no ensino fundamental. A opção da escola pode ser, se necessário, modificada.
As escolas secundárias são de três tipos: Hauptschule, Realschule e Gymnasium.
Na Hauptschule, os alunos recebem uma formação geral básica que normalmente tem duração de cinco a seis anos. Após sua conclusão, o aluno está habilitado a frequentar um curso nas escolas profissionalizantes (Berufschulen), para exercer um ofício na indústria ou na agricultura.
A Realschule, assim como a Hauptschule, também oferece uma formação geral básica, com a diferença de habilitar aos cursos mais adiantados nas escolas profissionalizantes. Normalmente tem duração de seis anos.
O Gymnasium, que tem duração de nove anos, propicia uma formação mais aprofundada. Concluindo o Gymnasium, o aluno podera obter o certificado chamado Abitur, que habilita o jovem a frequentar um curso em uma universidade de sua escolha, de acordo com suas notas. Isto é, os alunos com as melhores notas têm preferência nas faculdades e nas escolhas de profissões mais especializadas, como por exemplo, medicina. O sistema de notas nas escolas alemãs é bem diferente em relacão ao Brasil: As notas variam de 1 a 6, sendo 1 a melhor nota.
O diploma Abitur pode ser comparado ao Vestibular brasileiro.
Nas escolas profissionalizantes (Berufschulen) o jovem é preparado para o exercício de uma profissão oficialmente reconhecida. A formação teórica se dá na escola através das aulas, um a dois dias por semana; a formação prática é feita no posto de trabalho (empresa ou oficina), três dias por semana. Os cursos têm duração de dois a três anos e o estágio é remunerado, sobretudo para os jovens vindos da Hauptschule e da Realschule. Há muitos casos de alunos que cursaram o Gymnasiun e possuem o diploma Abitur, que optam por uma formação deste tipo.
O sistema educacional na Alemanha, em relação ao Brasil, apresenta uma grande vantagem: o ensino gratuito. Muitos estudantes estrangeiros são atraídos pelas universidades que abrem suas portas e oferecem cursos em inglês para aqueles que não dominam o alemão. Apesar de uma decisão judicial recente permitir que os Estados cobrem taxas de estudantes nas universidades, ainda acredita-se na importância de misturar nas salas de aula, várias nacionalidades com diferentes expectativas políticas, sociais, culturais e econômicas.
A internacionalizacão do sistema de ensino alemão ainda é uma questão de grandes discussões entre acadêmicos e especialistas em educação.
* Fernanda Burmeister é brasileira de São Paulo, Capital. Publicitária e profissional de marketing. Permanecerá na Alemanha nos dois próximos anos, em viagem de estudos.
Retirado do site: http://www.conteudoescola.com.br/site/
quinta-feira, 18 de março de 2010
Filme para o 9 ano!!!
Na última sexta feira os alunos dos 9ºs anos assistiram à exibição do filme "Tempos Modernos" de Charlie Chaplin que acrescentou conhecimento e ilustrou o conteúdo estudado em sala de aula referente à industrialização.
Houve grande interesse por parte dos alunos que apresentaram relevantes questionamentos em relação às condições sociais dos trabalhadores da época.
Atividade 8. ano
Escola Municipal Irene Szukala
História - Proº Marco Aurélio Ficha de texto e atividades 8º ano A B Período: 22/02/10 a 05/03/10
Formação dos Estados Nacionais
O Rei foi o elemento unificador de uma nobreza em crise e fragmentada, conciliando, quando possível, a burguesia rica com os demais integrantes da sociedade feudal. Reunindo assim, as condições materiais necessárias para o financiamento do ESTADO NACIONAL.
- Marcos Iniciais
- Crise do feudalismo
- Ascensão da burguesia comercial
- Centralização do poder nas mãos do Rei
- Reformas culturais e religiosas
- Transição
No período de transição do feudalismo para o capitalismo renasce o comercio e as cidades se tornam referência de uma vida livre das obrigações feudais para quem quer apostar em novas oportunidades.
A economia natural da época do feudalismo torna-se a economia monetária da era do capital.
- Causas do surgimento dos Estados Nacionais
- Desaparecimento da servidão
- Revoltas camponesas contra a exploração feudal
- Desenvolvimento do comércio urbano
- Enfraquecimento do poder do senhor feudal
- Características dos estados Nacionais
- Poder centralizado
- Monarquia absoluta
- Território nacional
- Exército nacional
- Impostos nacionais
- Língua unificada
- Sistema de pesos e medidas unificado
ATIVIDADES
1) Qual o papel fundamental do Rei durante a unificação feudal?
R: O Rei foi o elemento unificador e conciliador dos vários integrantes da sociedade feudal.
2) Qual era a situação da nobreza durante o período da unificação?
R: A Nobreza estava em crise e fragmentada.
3) O que você entende por "ascensão da burguesia comercial"?
R: Foi o momento em que a burguesia ligada ao comercio passou a deter poder político e econômico.
4) Qual o papel das cidades durante a transição do feudalismo para o capitalismo?
R: As cidades passaram a ser referência para aqueles que desejavam uma vida livre das obrigações feudais e com novas oportunidades.
5) Qual a diferença entre economia natural e economia monetária?
R: Na economia natural, a riqueza é baseada na posse da terra, pois a riqueza é extraída da produção rural.
Já na economia monetária a riqueza é oriunda do lucro da atividade comercial e baseado na moeda e no ouro.
6) Cite e explique cada uma das causas da formação dos Estados Nacionais:
R: Desaparecimento da servidão: os camponeses passaram a buscar diferentes oportunidades nas cidades.
Revoltas camponesas contra a exploração feudal: os renascentes dos feudos se revoltavam contra os abusos do senhor.
Desenvolvimento do comércio urbano: mais pessoas nas cidades = maior atividade comercial.
Enfraquecimento do poder do senhor feudal: sem pessoas para trabalhar nos campos diminui a produção e consequentemente o poder do senhor feudal.
7) Elabore uma pergunta com resposta baseada no texto estudado:
R: PESSOAL
